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Arquivo da categoria: Aquilo de sempre

Mudou o dígito

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Bolinho que eu não terei hahaha

Hoje eu acordei com 20 anos, e nos poucos 10 minutos que eu tinha antes de levantar correndo pra pegar o ônibus (das cinco da manhã), fiquei pensando no meu último ano. E principalmente, refleti sobre o que eu lembrava dos últimos 20.
No último ano, eu aprendi a falar menos, contradizendo tudo que eu fiz a vida inteira: falar. Muito. Sempre. Emitir opinião sobre todo e qualquer assunto. Sabe jornalista que sabe falar de tudo, mas no fundo não sabe nada? Então, nos últimos meses eu me permiti focar em aprender, principalmente sobre pessoas.
Agora eu as observo, analiso e consigo compreender certas atitudes que antes eu somente julgava sob a minhas ideias, desconsiderando as outras. Com isso, estranhamente, eu passei a identificar certas atitudes e às vezes, não inexistindo o equívoco, consigo saber se uma pessoa está sendo forçada, falsa ou verdadeira comigo.
E que maravilha foi isso. Passei a priorizar quem era realmente importante, quem se importava comigo e quem me ajudava nos momentos necessários. Isso fez com que eu me tornasse mais calma, tranquila e segura. Não busco todas as qualidades em um amigo só, eu busco (e tenho) vários amigos com diversas qualidades. Eu sei pra quem ligar às quatro da manhã, eu sei quem convidar pra sair comigo pra Lapa, eu sei quem vai me ajudar em momentos que os sentidos se perdem (quase literalmente, mas aí é outra história) e eu aprendi a valorizá-los melhor. Eba!
Levando pra outro ponto da minha vida, na transição do dígito eu tracei metas. Eu sei o que eu quero, sei como eu faço pra conseguir e o principal: corro atrás. Entrei na faculdade, consegui um estágio, completei três anos (e meio!) de namoro, parei de brigar com meus pais, consegui maior autonomia em diversos aspectos e, ufa, comecei a definir quem eu realmente sou. Na adolescência você é um misto de coisas que ditam ser legais, faz mil coisas que dizem que devem ser feitas e a partir daí você vai filtrando, não é? Até essa fase passar, demora e rola uma piração. Mas passou, agora eu sou um misto de coisas que eu acho  legais, não que me dizem ser. Faço coisas que eu acho legais, e que nem todo mundo faz. Almejo coisas que eu acho dignas, mas algumas pessoas torcem o nariz.
Daqui mais 10 anos eu posso escrever dizendo que aos 20 fiz as piores decisões, mas agora eu afirmo que o último ano foi decisivo pra eu saber quem eu realmente sou. Mas não importa se eu tenho 19, 20 ou 30 anos: eu sempre vou buscar uma forma de ser uma pessoa melhor. E só é possível ser uma pessoa melhor, se eu sei os defeitos e as qualidades que existem na “pessoa atual”.
Que venha a maioridade mundial, que venha o mundo todinho.
Parabéns pra mim e pra todos os que me ajudaram construir meu “eu de 20 anos”.

Sem remédio

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Quando vamos crescendo, começamos a entender algumas coisas. Por exemplo, por volta dos meus 8 anos todos falavam que sentiam dor de cabeça e eu não tinha a mínima noção de como era isso. Certo dia decidi falar que estava com essa tal dor porque pensei que era simples; teve direito a mão na testa e tudo. Porém, não foi aí que eu descobri como era sentir dor de cabeça, essa descoberta veio uns anos depois, quando eu entendi o verdadeiro sentido daquilo: uma dor chata e incômoda, que não vemos a hora de parar!
Daí, por volta dos 11, eu tinha certeza que as discussões com amigas me faziam sentir raiva. E dizia de boca cheia: “Estou com raiva dela!”, com todas as certezas do mundo. Mas uns anos depois eu fui descobrir que a raiva é mais forte que aquilo, que raiva de verdade nos faz ter vontade de agarrar no pescoço de alguém e gritar com a pessoa até fazer ela parar.
Um tempinho depois, me deparei com meio mundo reclamando de cólicas. Mas que raio é isso? Não fazia a mínima ideia, mas não me arrisquei a inventar, não, porque as pessoas costumavam reclamar mais de cólicas do que da dor de cabeça. E um tempo depois eu descobri porquê…
Continuei crescendo, ouvia as pessoas dizendo que estavam com saudade das outras e pensava que aquilo era simples. Mas aí… aí eu cresci. E descobrir o que é a saudade foi pior do que descobrir o que é dor de cabeça, porque não tem remédio na farmácia. Além disso, descobri que a saudade se subdivide: Tem a saudade de gente que não volta, que é quando lembramos de coisas boas e, infelizmente, nos acostumamos com esse ciclo que acontece com todos. O problema todo é quando a gente bate de frente com aquela subdivisão da saudade que não sabemos lidar. É diferente da outra, porque sabemos que uma hora vamos rever a pessoa e aquilo vai passar, mas também porque não sabemos o que fazer até que isso aconteça. Contar os segundos não é uma boa opção e lembrar das coisas boas só aumenta a vontade de sair correndo. Tentamos viver sem lembrar, então é nessa hora que começamos a entender: a saudade só é saudade mesmo quando você não consegue ficar sem lembrar de certo alguém. E mesmo que você não esteja lembrando dela, de fato, a pessoa tá ali como plano de fundo do pensamento. Entende? Papel de parede tá ali no seu quarto, e a qualquer momento você dá de cara com ele. Pessoa como plano de fundo do pensamento tá ali, abraçando todos os outros pensamentos para que na primeira oportunidade você se lembre dela. Talvez seja um dos motivos pra que não seja possível descrever; talvez o nó na garganta, a vontade de gritar, de inventar uma máquina de teletransporte ou um acelerador de tempo consigam dar uma vaga idéia. Mas descrever de verdade, não dá. Podem escrever muitos textos sobre, podem compor quantas músicas quiserem. Porém, saudade é igual dor de cabeça e cólica: Ninguém consegue entender até sentir. E no momento eu tô sentindo. Tá doendo, até, mas infelizmente não inventaram atroveran pra isso.

Ao Imperial, tudo!

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A vida se resume assim: uma etapa termina, pra outra começar. Mas sabe quando você pula de uma pra outra com o pézinho querendo ficar? Me sinto assim hoje.
Entrei no Pedro II por acaso, mas tudo que eu ganhei dele já tava escrito de alguma forma: os professores que às vezes se confundem com amigos, as amizades que – por favor! – têm que permanecer e a sabedoria inigualável. Não é sabedoria só no português-matemática, é muito além. No Colégio Pedro II aprendi a ser pessoa, no sentido mais puro e verdadeiro da palavra. Passei a olhar os outros com um olhar humano, desenvolvi um sentimento de querer ajudar todos sempre, uma compaixão que eu nem sabia que possuía!
Porque lá o que mais temos que ter é compaixão. E paixão, viu? Não cobro de quem não passou por lá entender esse amor, esse orgulho. São 174 anos de história e tradição, então pra entender o mínimo só sentindo na pele.
Porque, sim, não há como sair do Colégio Pedro II sem paixão por tudo que compõe aquele cenário que marcaram três anos das nossas vidas. Os corredores apertados, a disputa pela temperatura do ar-condicionado (hahaha), as broncas do Sesop ou os sermões do diretor. A tensão pré, durante e pós provas. O alívio com os resultados. O choro com o fim.
Tudo isso tá marcado, e será impossível lembrar de cada detalhe daqui 50 anos, o que fica é o amor e as fotografias engraçadas que tiramos.
Só quem já pisou lá sabe como é a sensação de saber que nunca vai pisar mais. Mas se a vida é boa como se mostrou nos últimos anos, ela nos reserva bem mais do que podemos pensar.

Com todo o respeito ao sr. Nelson Rodrigues, sou obrigada a dizer que amanhã é dia de buscar meu broche e poder dizer, com muito orgulho, que eu, sim, sou ex-aluna do Imperial Colégio Pedro II.

Nada é feito em vão

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Acho que tenho uma opinião bem sólida sobre sofrer: a gente só sabe mesmo o que é, quando acontece. Por isso, “sofrimento” é diferente pra todo mundo. O que é pequeno pra uns, pode ser absurdo pra outros. O que soa como o fim da vida pra algumas, chega como um “mais uma vez…” no ouvido de outras.
É muito comum ver meninas, ainda que novas, agindo de forma tão radical diante de algo ruim. Bem ou mal, pra 80% de nós, meninas, algo ruim é o fim de um namoro, uma traição, uma paixão platônica ou algo do tipo. Escrevo aqui porque não posso conversar com todas as meninas que conheço, aconselhar todas, propor um abraço em grupo e fazer brigadeiro depois. A maioria delas não irá ler, e algumas vão fingir que não leram. Mas ei, você, menina bonita, nova, com a vida toda pela frente: levanta!
Você tem o direito de sofrer, de chorar, reclamar, desacreditar na vida e nas pessoas. Mas você tem o dever de tirar proveito disso, aprender a lidar com os problemas que surgem e chegar mais forte pra outra vez. Porque sim, virão outras. Mais choro e sofrimento (o seu, aquele que ninguém pode julgar), mais identificação com músicas e textos tristes, mais aprendizado. Aprendizado que somado ao(s) anterior(es) vai fazer de você uma mulher cada vez mais forte. Daqui uns 15 anos você vai olhar pra trás e agradecer tudo que te aconteceu: as desilusões, os problemas e o que não deu certo, porque isso tudo vai ter uma parcela de ‘culpa’ na mulher que você vai se tornar. Você vai alcançar o que sonha, e vai perceber que muito do que te levou ali foram essas coisas.
Quem sofreu contigo, vai sorrir junto, também. Principalmente porque sempre acreditou que você é mais que qualquer pessoa ruim que atravesse a vida.

“E eu digo que um dia eu vou te ver cantando por ai, a semear sorrisos como um bem-te-vi”

#100factsaboutme

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Pensei que eu não conseguiria, mas consegui e ainda faltou! Fazer isso foi um sacode na guria que sempre dizia “não ter opinião formada sobre si”.

:)

1. Torço pro Fluminense desde sempre, e amo muito meu time.
2. Meu melhor amigo é um homem.
3. Não tenho melhor amigA.
4. Tenho várias amigas especiais, importantes, essenciais. Isso sim!
5. Tenho um irmão mais novo.
6. Vou casar com meu namorado, é sério.
7. Adoro escrever.
8.Vou cursar Com. Social – Jornalismo na Universidade Federal do Rio de Janeiro ou na Universidade de São Paulo. É sério.
9. Escolhi essa profissão quando ainda era uma criança.
10. Tenho blog há 6 anos.
11. Já escrevi pro Tudo de Blog da Capricho e foi uma experiência incrível.
12. Tenho uma lista de coisas a fazer antes de morrer.
13. Meu gosto pra músicas é muito indefinido.
14. Exceto meus pais, todos me chamam de Lola mesmo.
15. A maioria das pessoas perguntam se meu nome é Lola mesmo.
16. Meu nome não é Lola.
17. Às vezes minha idade aumenta 5 anos, às vezes diminui em 10.
18. Eu adoro maquiagem e leio sobre quase todo dia.
19. Leio blogs sobre casamento, acho fofo.
20. Gosto de estudar História.
21. Me arranho, muito, sozinha e sem querer.
22. Acordo 04h40 da manhã, de segunda à sexta e 5h30 aos sábados.
23. Estudo no Colégio Pedro II, o segundo colégio mais antigo do país em atividade, fundado em homenagem ao Imperador e admirado pelo mesmo durante toda a sua vida.
24. Sou APAIXONADA pelo meu colégio.
25. As melhores pessoas do mundo, encontrei no CP2.
26. Minha cor preferida é rosa, desculpa.
27. Amo tulipas!
28. Eu gostava de RBD e, ainda hoje, paro pra ouvir as músicas.
29. Conheci os rebeldes num dia louco e inesquecível.
30. Eu amo meu namorado, mas isso não é novidade.
31. Tenho todos os tipos de amigos, dos muito religiosos aos maconheiros.
32. Odeio as matérias exatas, tenho bloqueio.
33. Não gosto muito de tirar fotos.
34. Internet me distrai.
35. Pesquiso sobre todo e qualquer assunto, não gosto de parecer tapada.
36. Amo bebês bochechudos e acho que todos sabem disso.
37. Adoro futebol e sei a regra do impedimento. Segura esse brilho, Joe.
38. Nunca aprendi a tocar violão e isso me frustra.
39. Quero tirar carteira de motorista ainda em 2011.
40. Não gosto de bebida alcoólica e a única vez que eu fiquei “bêbada” foi quando experimentei uma dose.
41. Meu caderno é todo colorido!
42. Minha última festa de aniversário foi de 8 anos e eu não sei o motivo. Adoro festas!
43. Eu falo palavrão, desculpa.
44. Minha risada é escrota!
45. Eu fiz muitos amigos importantes pela internet, do RJ e fora dele.
46. Não tenho uma banda preferida.
47. Nunca viajei pra fora do Brasil.
48. Não acredito em destino.
49. Acho que não tenho um dom.
50. Leio muito menos do que gostaria
51. Tenho crises quanto ao comprimento do meu cabelo: às vezes quero curto, às vezes longo.
52. Assisto Law & Order e todas as variações, e adoro isso!
53. Acho House uma das melhores séries.
54. Parei de assistir Gossip Girl na 2ª temporada, zzzzzzz.
55. Não assisto Glee, só ouço as músicas.
56. Gosto de novelas boas.
57. Adoro BBB!
58. Tenho pânico de altura, no estilo “minha perna treme quando subo o elevador”.
59. Com um aninho, no dia do meu batizado, eu fiquei brincando com um repórter da Globo na frente da Igreja por um tempão.
60. Minha avó foi e sempre será a coisa mais importante da minha vida.
61. Existem coisas que aconteceu comigo que eu não sei se aconteceu ou é memória-fantasia. 62. Coisas importantes!
62. Não gosto de desperdício de papel e água, me dá agonia porque eu sei que tá acabaaaando!
63. Adoro ir a shows de bandas legais.
64. TPM, eu sempre tenho.
65. Paciência, eu nunca tenho.
66. Sou tímida, muito!
67. Não suporto gente hipócrita.
68. O nome do blog já não faz sentido algum, mas eu gosto.
69. Eu amo rir e gargalhar.
70. Sinto cosquinha atrás dos joelhos.
71. Tenho pintinhas nas costas.
72. Já tive catapora.
73. As crianças gostam de mim, de parar e conversar dentro de ônibus e similares.
74. Eu amo chocolate!
75. Tento ser organizada, mas nunca consigo.
76. Leio várias comunidades, posto raramente.
77. Sigo muita gente esquisita no Twitter.
78. Gosto mais das letras que da voz do Chico Buarque.
79. Já tive uma labrador linda e super carinhosa.
80. Me estresso fácil.
81. Não suporto mania de grandeza.
82. Não gosto de ser o centro das atenções.
83. Tenho forte tendência a liderar, mandar e fazer do meu jeito.
84. Não sei desenhar.
85. Não sei cantar!
86. Adoro aconselhar as pessoas. Qualquer pessoa.
87. Sou ciumenta, mas controlo muito bem!
88. Não gosto de quem faz mal a alguém que eu amo.
89. Não sei usar crase.
90. Tenho medo de escrever algo errado, me dá agonia.
91. Gente que não escreve com vírgulas me irrita.
92.Acredito que tudo que vai, volta.
93. Eu leio Clarice, de verdade.
94. Eu AMO a Lua cheia.
95. Adoro ver o pôr-do-sol.
96. Já perdi amizades importantes, e que me fazem muita falta! Hoje são conhecidos legais, apenas.
97. Me orgulho do meu namoro, desculpa.
98. Tenho medo de fazer 18. Já fiz 18! E agora? HAHAHA
99. Apesar de reclamar muito da minha vida, eu sou feliz.
100. Fiz isso aqui porque eu sou curiosa, queria saber se eu conseguiria. Mas não sou desocupada!

Tome nota desse ano

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Odeio o clichê de dizer que um ano foi de “mudanças, descobertas e decisões”. Mas qual ano que não é? Falem o que quiser, mas não há um ano que passe sem que aprendamos algo que levaremos sempre. Seria feio da minha parte, portanto, dizer que não aprendi nada em 2010 só porque ele não foi o mais movimentado dos anos. Eu aprendi, apesar de não ter sido nada tão escrachado e claro pra mim. O que deixou tudo mais evidente foi comparar o final desse ano, com o final do último. Em 2009 eu era mais infantil, mais afobada, escutava menos, falava demais, falava sem pensar e quando pensava, não falava muitas coisas que prestassem. Durante 2010 foram acontecendo coisas que fizeram com que isso fosse mudando, e agora eu sei que tô menos afobada e penso muito mais antes de falar ou agir. E sou mais madura, conforme a idade e a responsabilidade já vão pedindo. Apesar disso, nem sempre os pensamentos estão certos, muito menos as falas e as atitudes, mas já é um começo. Ter atitudes melhores fica como mais uma das metas pra 2011, que já conta com: Passar no vestibular, não ficar de recuperação no colégio e cuidar mais do blog. É, assim bem básico mesmo.

Déficit de atenção

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Nunca me acostumei com o “estar feliz”. Fiz com que o “estar triste” fosse uma constante na minha vida, simples assim.
Eu sei lidar melhor com a dor, eu me saio melhor nas situações que exigem meu desdobramento para mudarem. Não é que eu goste da dor, eu simplesmente sei lidar melhor com ela. Falo melhor, argumento melhor, convenço melhor. O que é o total oposto de quando eu estou feliz. Quando é assim, eu fico efusiva, eufórica e querendo contar tudo para todo mundo. Isso deve incomodar de alguma forma, então eu procuro um jeito de me chatear. Procuro, escavo, induzo e faço de tudo pra fechar a cara. E consigo. Mesmo que inconscientemente, coloco outras pessoas no meio e pronto: tá armado o circo. Irritação, cara fechada e um jeito de acabar com aquilo (pra depois começar de novo, óbvio). Não gosto de ser assim, curto mais a ideia de ser normal, gostar de estar feliz e não ter preocupação. Mas é mais forte que eu! Isso pode ser resultado da carência também. Atenção, é isso que eu procuro, na verdade. Quando se está feliz, a atenção é sempre de outra pessoa que está triste, a prioridade é fazer com que deixe ela melhor, e quem está feliz vira coadjuvante na história toda. Não é ciúme, é querer um pouquinho da atenção. Mas, apesar disso, eu odeio que fiquem tentando me melhorar, quando não têm poder pra isso. E, que fique claro, não sou eu que escolho quem consegue. As pessoas simplesmente conseguem. E dá pra contar nos dedos de uma mão quantas são as pessoas com quem eu desabafo, porque eu odeio ser o centro das atenções. Só gosto de um pouquinho.
Enfim, talvez um dia eu pare com isso e faça de tudo para permanecer bem – minha pele agradece e as pessoas ao meu redor também.